Insetos polinizadores caracterizados pela produção do mel, alimento com várias propriedades alimentares e terapêuticas, que são fundamentais para a manutenção da vida no planeta. Esses animais invertebrados vivem em sociedades bem-organizadas, que podem ter até 100 mil indivíduos, com uma certa hierarquia – as abelhas operárias, o zangão e a rainha. O corpo das abelhas se divide em cabeça (presença de antenas que geram os sentidos do animal, como o olfato e a audição), tórax e abdome, apresentando, três pares de pernas, um par de antenas e dois pares de asas. O mel, a própolis e a geleia real são os principais produtos vindos das abelhas. Mesmo consideradas como vilãs por muitas pessoas, por conta de sua picada forte, é um inseto de fundamental presença no reino animal e na preservação da natureza. As abelhas ajudam na polinização, que é a transferência do grão de pólen para a parte feminina da planta (em flores, por exemplo). O néctar das abelhas, obtido na polinização, se mistura com secreções liberadas, através das glândulas hipofaringeanas, localizadas na faringe; as substâncias incluídas nesta glândula – invertase, glicose, oxidase, catalase e fosfatase -, formam o mel a partir de reações de transformação dele.
ARARA
Aves da família Psittacidae, conhecidas por suas penas coloridas e comportamento social, com longevidade de mais de 60 anos e habitat em florestas tropicais e nativas da América do Sul e Central. Seus principais alimentos são frutas, sementes, nozes e flores. A comunicação corporal e a vocalização das araras expressam emoções e intenções. A arara-azul, típica das regiões tropicais brasileiras, está ameaçadas de extinção por conta da perda de habitat, caça e tráfico, sendo necessária a sua conservação.
ARANHA
Animal invertebrado causador de temores em várias pessoas, pelo fato de poderem gerar acidentes graves (exemplos: a amadeira, a aranha-marrom e a viúva-negra). Apresentam corpo dividido em cefalotórax e abdômen, oito pernas, dois pedipalpos e não possuem antenas. Realizam a produção de sedas, mas nem todas as espécies produzem teias (que podem ser usadas para a captura de alimentos).