Conhecida também como a “Revolta dos Cabanos”, foi uma revolta popular extremamente violenta, ocorrida de 1835 a 1840, na província do Grão-Pará, que envolveu diferentes setores da sociedade (a elite, formada por fazendeiros e comerciantes tinha por objetivo garantir o poder político
e a proteção de seus interesses, contra a população pobre, revoltada contra a violência e as condições de trabalho, muito semelhantes à escravidão). A província do Grão-Pará compreende o território dos atuais estados de Amazonas, Pará, Amapá, Roraima e Rondônia. Era mais próxima de Lisboa do que do Rio de Janeiro, além de reconhecer a Independência do Brasil apenas em 1823. Seus principais líderes foram Félix Malcher, Francisco Vinagre e Eduardo Angelim.
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CABANADA
Revolta popular que ocorreu entre 1832 e 1835, em Pernambuco e Alagoas, que tinha por intuito a restituição do poder do imperador D. Pedro I, que havia abdicado em 1831, com características de um viés de luta anti-escravagista e de insatisfação com o governo regente. Foi uma das revoltas mais icônicas do Brasil Império, que reflete a luta e a resistência popular contra a elite e as condições de vida da época.
CAATINGA
A Caatinga ocupa grande parte da região nordeste do país e abrange os estados: Ceará, Bahia, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Alagoas e Sergipe, além de algumas áreas do Maranhão e de Minas Gerais. Clima semiárido, chuvas escassas e vegetação arbustiva de médio porte, galhos retorcidos e presença de cactos, além de espécies vegetais, como o juazeiro, angico, xique-xique e mandacaru. Apresenta centros urbanos, como Petrolina/PE, Juazeiro/BA – divididas pelo Rio São Francisco -, Juazeiro do Norte/CE e Sobral/CE.